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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como festejar a publicação nº 100!?


Quando crias um blog, estás a fazê-lo para ti. Quando criei este blog, a intenção era ter as emoções expressas em palavras, aquelas que já pesavam demasiado na alma. A intenção era e continua a ser essa. Mas é claro, há dias e dias. Há dias que não me apetece falar de amores e desamores. Porque aqui, fala-se de tudo e de nada. Descobri que isto era uma boa terapia, tal e qual chocolate em dias mais negros (excepto que isto não faz engordar, só vantagens portanto!). Por aqui encontrei as melhores pessoas, cujos laços tenho a certeza que não serão cortados por nada. O balanço é positivo. Por aqui andam as melhores pessoas da blogoesfera (às quais agradeço, desde já) E quem sou eu!? A rapariga vulgar que passa por ti na rua, com grandes sonhos num bolso e uma vontade enorme de viver no outro. E parece que este é o post centenário aqui do blog.


E isto faz-me feliz, e o que me faz feliz não largo por nada!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pixar-eater


É sair um filme da Pixar, e vê-la logo na primeira fila!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Batata, o lontra.


Quem disse que vida de gato, não é boa!? Arrumar a casa para ter o fim-de-semana livre e ter que vislumbrar este menino deitado em tudo o que é canto?










Huuum. Sim, fiquei extremamente motivada, como devem imaginar.Obrigado Batata.








quarta-feira, 8 de julho de 2009

Exposição numa folha de teste III

Em relação àqueles textos, aqui está o último "pain in the ass" :

Alguém disse um dia: "Construímos muros de mais e pontes de menos". Neste frenezim que é o século XXI,vivemos centrados em nós, num objectivo. Fazemos desse objectivo a meta, quando podia ser o caminho. Fechamo-nos para os outros, pois há sempre que desconfiar do vizinho. Baseamo-nos no tal "diz que disse" e vivemos assim como diz a citação, rodeados num muro. Se alguém consegue abrir uma frecha, nós colocamos mais tijolos. Mas é uma vida pesada esta, pois um dia, acabam-se os tijolos e o cimento e somos obrigados a mostrar quem somos ou pensamos ser (se ainda o soubermos).
Nesse dia, vão ser quebradas todas as barreiras que sempre nos separaram, porque afinal de contas, eu sempre vi quem achavas que escondias. E sempre me sentei ao teu lado, porque sabia que este dia iria chegar. A tua história, não a quero saber, desde que prometas usá-la como "souvenir" de noites mal dormidas e promessas que não foram cumpridas. O resto deixa comigo. Prometo reutilizar os tijolos, e ajudar-te a construir uma ponte, daquelas que duram uma eternidade. Se quiseres, até pode ter o teu nome. Vou tratar de a mandar pavimentar (tenho a certeza que não queres caminhar em solo incerto).
Vais ver, quando a ponte estiver construída, vais-me dar a mão e perceber que nunca estiveste sozinho. Vais-me ensinar a voar e eu vou deixar que o faças. Vão passar duas borboletas por nós, e vamos esquecer o que aconteceu. Porque não tens de te esconder e eu não tenho de te julgar. Somos uma união, mas não somos iguais. Tu és Tu, com a tua experiência de vida. E Eu, sou Eu, com todas as minhas experiências também. E ainda bem, que não somos iguais, pois não ia gostar de lidar com outro eu.
Fica aqui e dá-me a mão. Prometo nunca largá-la!

Maio de 2009


(Em relação à publicação anterior meus caros, eu realmente ando a comer e realmente é bom quando se emagrece. Mas que fique aqui escrito, que há coisas bem melhores do que isso, sublinho! P.S- As calças tinham 2% de elastano, vá)
Muito obrigado !

domingo, 5 de julho de 2009

Exposição numa folha de teste II

Dada a oportunidade a uma aluna de divagar pelo seu Mundinho na complexa matéria de Psicologia sendo o tema fulcral aqui -a complexidade da adolescência na formação e mudanças de atitudes/estereótipos, preconceitos, conflitos e discriminação, tendo ela saído de uma relação há pouco tempo, estes foram os resultados: (vou dividir isto em 3 publicações, visto que foram 3 textos)

De facto o adolescente é como barro, molda-se facilmente em qualquer mão, é verdade. O adolescente tem atitudes discriminatórias. comportamentos sem explicação aparente... Mas não será um estereótipo, dizer que todos os adolescentes são assim!? O adolescente depois da fase da infância deixa de ver a figura paternal como um exemplo a seguir, e vive em busca de si próprio. Procura-se, mas não se encontra. Sobrevive, mas não vive. É a idade da despreocupação, fazer só porque sim, fazer porque o grupo faz.
Ao longo da minha vida, estive inserida em vários grupos, uns porque tinha mesmo de ser, outros porque fui eu que os escolhi, nunca me arrependi, por muito maus ou bons que tenham sido, formaram a pessoa que sou, obrigaram-me a dizer basta, a perceber o que realmente preciso num meio grupal, o que realmente me levou até eles!? Pois na verdade, nem éramos assim tão iguais e eu nem precisava assim tanto deles... Mas às vezes, são as diferenças que nos levam à mudança e a mudança é sempre boa, por mais difícil que ela seja de aceitar.
Andamos em colisão, numa corrida que se chama VIDA, aqui, sou eu que conduzo, pois sou eu que ganho ou não, a corrida final. O que importa realmente é saber como nos desviarmos dos óbstaculos, sejam eles uma formiga ou uma pedra. Porque na realidade o volante sempre esteve nas nossas mãos. Não há tempo para distracções secundárias como aquelas que acabei de testemunhar pelo retrovisor. Se errei enquanto corria atarefada, mudo de carro, verifico o óleo do motor, ou o ar dos pneus, porque mesmo que tenha de parar nas boxes, é só mesmo isso, um bocado, pois a seguir continuo na tal galardoada corrida que é a Vida.
Porque a Vida são obstáculos, em qualquer idade, na adolescência é o mesmo, se continuamos nela temos que a fazer valer da melhor maneira!


Março de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Exposição numa folha de teste I






Dada a oportunidade a uma aluna de divagar pelo seu Mundinho na complexa matéria de Psicologia sendo o tema fulcral aqui -
a identidade, tendo ela saído de uma relação há pouco tempo, estes foram os resultados: (vou dividir isto em 3 publicações, visto que foram 3 textos)



Eu, sou eu! Tão diferente, mas tão igual a tantos outros. Vivo para mim e sei que não sou única. Mas sou única à minha maneira. Não quero comparações, não gosto de ser comparada. Como alguém disse :" Põe o quanto és, no mínimo que fazes". Assim tento. Assim caio, assim me levanto. Assim me iludo, assim me desiludo. Assim... Assim, num fragmento de tempo. A culpa é minha, bem sei. Acreditar no outro, sempre foi a minha fraqueza. Mas vivo, vivo para mim. Tenho os meus amores ou mesmo dissabores. Cresci, sofrendo. Cresci, gritando. Ainda procuro pela Atlântida perdida em mim e nos outros. Sei que posso não encontrar, mas procuro, luto e o meu corpo alimenta-se do suor que se pensava perdido. A minha história é minha, tão minha como o meu ADN. Foi dela que me fiz valer. Foi das personagens dessa história que me fiz crescer. Foi ela que guardei no bolso das calças para servir de molde para a minha personalidade inacabada. Sofri como tu? Sem dúvida! Fui feliz como tu? Obviamente! Fomos caminhando por estradas diferentes, mas feitas do mesmo alcatrão. Algures pelo caminho, encontrei alguém perdido, alguém que sofreu, alguém que chorou! Afinal, pensas tu, serei assim tão diferente dela!? Não somos diferentes, mas temos histórias que são levadas, por nós, de maneira diferente. Logo, não há ninguém igual.
O Amor-Próprio sempre foi a minha roupa interior, calcei a confiança e vesti a dureza. Isto pode levar-me a enfrentar Invernos rigorosos. Pode não, deve! No quentinho da minha história, estou eu, relaxada a ler um livro, olho pela pela janela e vejo alguém a fazer o mesmo. Suspiro de alívio. Não sou a única a lutar por mim. Naquela altura este sentimento soube melhor que o leite chocolatado que tomava! Eu, sou EU!

Janeiro de 2009