segunda-feira, 27 de abril de 2009

Paz



Quero falar sobre perdas. Sobre ter o coração despedaçado na mão de alguém e mesmo assim atirarem cuspo para cima dele, fazendo sentir-nos a pior pessoa por seguir o que ainda acredita. Não fiques desiludido, mas desculpa, iludi-me contigo. Quis acreditar na pessoa que não eras, e foi isso que me fez voltar sempre para ti. Tão perto e tão longe, estive eu do que achava ser o mais certo para mim. Se estás demasiado perto do Sol, podes queimar-te.
Queimei-me, mas não penses que te culpo. A culpa foi da luz, sempre foi muito apelativa, é algo que ninguém pode nunca negar. Mas se chegamos demasiado perto, podemos não gostar assim tanto. Não importa o que eu possa dizer, pois já não faz sentido. Conseguiste o que querias, afastar-me da tua vida.
Deixa-me continuar por aqui na minha vida, continua com a tua. Porque ambos somos felizes(à nossa incoerente maneira dadas todas as circunstâncias).

Até um dia, meu querido. Cá fico.


É libertar-me de um passado, que não faz mais sentido!

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